Hoje numa aula de física, sim daquelas que eu não costumo prestar lá muita atenção, porém algo chamou-me atenção.
Meu professor, ensinou sobre Pêndulos Simples, e uma hora disse que nossas emoções eram como um pêndulo e que isso era uma teoria da Psicologia, então parei para ouvir, afinal irei escutar isso só por todo o resto da minha vida - assim pretendo.
Ele disse que num pêndulo se a amplitude da ida é grande, a volta será na mesma amplitude, ou seja, grande. E que nossas emoções também são assim, se somos pouco alegres, somos pouco deprimidos, tanto que as pessoas mais deprimidas são os palhaços, pois por tanto espaço de tempo eles são obrigados a ser TÃO FELIZES por todo mundo que quando toda máscara tingida cai, eles rendem-se à volta do pêndulo, na mesma medida.
Me vejo na mesma situação, minha indumentária de realização plena era tão perfeita, tão estável, tão eterna. E passou trazendo o pólo oposto, numa das mais decadentes depressões, olhando tudo por baixo.
Onde estão meus dias felizes? Onde está meu ano de 2008? Amei tão enlouquecidamente, ri tão fervorosamente, me entreguei tão ferozmente para agora estar sozinha, cercada de pessoas que eu não faço mais idéia se posso ou não confiar.
É o MALDITO PÊNDULO!
Daria todo meu ar, arrisco todo meu ouro, como diria Paula Toller, por sentimentos plenos como os que eu tinha até algumas semanas atrás. Eu queria congelar tudo e todos só para estar ao lado dele, respirando o mesmo ar, vivendo na mesma página do mesmo livro. Estamos apenas na mesma prateleira, do mesmo leitor e este não consegue ler duas coisas ao mesmo tempo, ele tentou, embaralhou as histórias e está pondo-as novamente separadas e eu e ele, somos de histórias diferentes.
Ele vem de um romance vitoriano, o mocinho rebelde, e eu venho de uma comédia teatral, a vilã atrapalhada que fica sozinha no final.
Pego minha caneta, e reescrevo minha história, entretanto, o título ainda é "A Solitária Maria Luíza".
Acho que junto da felicidade perdi a coerência, pois o que foi minha grande epifania, sumiu como se eu tivesse alzheimer.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
amores mortos.
é incrivel como um amor pode morrer tão rápido quanto nasce.
e outros não morrem nem se tentarmos.
existem amores de anos que são mornos e passam com uma facilidade que não se imaginava, porém existem outros, que duram pouco em dias, são mais intensos que qualquer outro sentimento e não curam, como um mal congênito.
Carlos Drummond de Andrade, disse que o amor antigo vive de si mesmo e nada espera.
Isso é a mais pura verdade, mas nunca se ouve falar sobre amores rescentes, coisa de dois meses, veio, passou, você não entende nem pretende entender.
como aquela música Imbranato, do Tiziano Ferro, sabe?
"...Scusa se ti amo e se ci conosciamo
Da due mesi o poco più
Scusa se non parlo piano
Ma se non urlo muoio
Non so se sai che ti amo..
Scusami se rido, dall'imbarazzo cedo
Ti guardo fisso e tremo
All'idea di averti accanto
E sentirmi tuo soltanto
E sono qui che parlo emozionato
E sono un imbranato!
E sono un imbranato!..."
então, nesse dia de finados, faço uma homenagem às pessoas que se foram e também aos sentimentos finados.
"Envelhecer é isso: contabilizar as perdas", Pedro Novais (Aos Meus amigos, Maria Adelaide Amaral)
essas perdas são das pessoas que nos deixam, dos sentimentos que mudam, dos amigos que se tornam outros e somem.
olá dia de finados, até o ano que vem.
e outros não morrem nem se tentarmos.
existem amores de anos que são mornos e passam com uma facilidade que não se imaginava, porém existem outros, que duram pouco em dias, são mais intensos que qualquer outro sentimento e não curam, como um mal congênito.
Carlos Drummond de Andrade, disse que o amor antigo vive de si mesmo e nada espera.
Isso é a mais pura verdade, mas nunca se ouve falar sobre amores rescentes, coisa de dois meses, veio, passou, você não entende nem pretende entender.
como aquela música Imbranato, do Tiziano Ferro, sabe?
"...Scusa se ti amo e se ci conosciamo
Da due mesi o poco più
Scusa se non parlo piano
Ma se non urlo muoio
Non so se sai che ti amo..
Scusami se rido, dall'imbarazzo cedo
Ti guardo fisso e tremo
All'idea di averti accanto
E sentirmi tuo soltanto
E sono qui che parlo emozionato
E sono un imbranato!
E sono un imbranato!..."
então, nesse dia de finados, faço uma homenagem às pessoas que se foram e também aos sentimentos finados.
"Envelhecer é isso: contabilizar as perdas", Pedro Novais (Aos Meus amigos, Maria Adelaide Amaral)
essas perdas são das pessoas que nos deixam, dos sentimentos que mudam, dos amigos que se tornam outros e somem.
olá dia de finados, até o ano que vem.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
a evolução
evolução da loucura.
HAHAHAHAHAHAHHA
essa é minha imagem mental do Leoni e do Herbert conversando.
pré-acidente:
é muita dor de corno
imagina os dois sentados
na calçada bebendo
vendo o Lui passando com a Paula de carro
por cima de uma poça d'água
e molhando os dois
Herbert: será que ela não sabe, não trair?
Toma um gole de cagibrina.
Leoni: o.O olha quem tá falando! O que eu tenho aqui (aponta prum chifre de alce na cabeça) é culpa sua.
Toma a garrafa da mão do herbert e bebe também.
Herbert: amigos amigos mulheres a parte.
Leoni: vamos compôr?
Herbert: OPA!
HAHAHAHAHAHHAHAHAH eu imaginei isso e ri por horas a fio.
HAHAHAHAHAHAHHA
essa é minha imagem mental do Leoni e do Herbert conversando.
pré-acidente:
é muita dor de corno
imagina os dois sentados
na calçada bebendo
vendo o Lui passando com a Paula de carro
por cima de uma poça d'água
e molhando os dois
Herbert: será que ela não sabe, não trair?
Toma um gole de cagibrina.
Leoni: o.O olha quem tá falando! O que eu tenho aqui (aponta prum chifre de alce na cabeça) é culpa sua.
Toma a garrafa da mão do herbert e bebe também.
Herbert: amigos amigos mulheres a parte.
Leoni: vamos compôr?
Herbert: OPA!
HAHAHAHAHAHHAHAHAH eu imaginei isso e ri por horas a fio.
sábado, 26 de abril de 2008
Eu
Com todas as cores
Falando alto
Vivendo de Amores
Mantendo-se sobre um salto.
Escrevendo sobre vidas
Sonhadas e suas
Cantando feridas
Apagadas e doloridas.
Passando entre todos
Com um sorriso fixo
Cabeça erguida
Olhar nunca submisso.
Vicios confusos
Certezas estranhas
Sentimentos únicos
Dores e manhas.
Poucas palavras
Muitas idéias
Várias expressões
Letras e gestos.
No mês de Junho
a experiência renova
Com força no punho
E gargalhadas de sobra.
Na palma da mão
Uma infinidade de descobertas
Dentro do coração
Portas abertas.
Olhar de Menina
Pensamento Crescente
Chamando-se Nina
Quase sempre Crente.
Futuro Incerto
Num Caminho iluminado
Criando o Presente
Na mágica do Passado.
E quando todos se calam
Tem sempre o que dizer
Todos fazem
e ela sabe o que escrever.
Por Ana Carolina Webster
Falando alto
Vivendo de Amores
Mantendo-se sobre um salto.
Escrevendo sobre vidas
Sonhadas e suas
Cantando feridas
Apagadas e doloridas.
Passando entre todos
Com um sorriso fixo
Cabeça erguida
Olhar nunca submisso.
Vicios confusos
Certezas estranhas
Sentimentos únicos
Dores e manhas.
Poucas palavras
Muitas idéias
Várias expressões
Letras e gestos.
No mês de Junho
a experiência renova
Com força no punho
E gargalhadas de sobra.
Na palma da mão
Uma infinidade de descobertas
Dentro do coração
Portas abertas.
Olhar de Menina
Pensamento Crescente
Chamando-se Nina
Quase sempre Crente.
Futuro Incerto
Num Caminho iluminado
Criando o Presente
Na mágica do Passado.
E quando todos se calam
Tem sempre o que dizer
Todos fazem
e ela sabe o que escrever.
Por Ana Carolina Webster
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Deixa eu ser seu Espião? (♪)
Nós mandamos nos nossos sonhos ou eles mandam em nós?
Ao observar seu amado dormindo tranquilamente ao seu lado, sorrindo em seu sono, você pensa em entrar em seu pensamento, saber com o que ele sonha, o que ele vive na realidade do seu subconciente?
É sobre isso que fala a música "Seu espião" do Kid abelha, escrita pelo Herbert Vianna e a Paula Toller.
Quantas vezes você já não quis que seu sonho mais louco invadisse sua realidade e torna-se o que você é?
Nosso maior desejo é fazer parte dos sonhos loucos e das histórias repletas de fantasia de quem mais desejamos.
É mais forte do que nós desejar fazer parte do inconsciente de alguém, do que é parte de quem é sem ao menos se saber, está debaixo da pele, penetrado no ser, seremos isso de alguém?
Nós, pobres mortais vivemos os amores cantados por tantos?
Se não, resta-nos cantar junto.
(♪) Ver você dormir
Me corta o coração
Se o seu sorriso
É sonho ou traição
O que você sonhou
Eu nunca vou saber
Me dá uma pista
Que eu possa percorrer
Não que eu seja ciumento
É apenas precaução
Quando você acordar
E não puder lembrar
O que sentiu
Será que não mentiu pra mim
Quantos beijos de amor
Você pode sonhar
Em mil histórias
Onde eu não posso entrar
Deixa eu ler seu pensamento
Deixa eu ser seu espião
Deixa eu ser seu espião
Alguém tem que controlar o seu coração
Deixa eu ser seu espião
Alguém tem que controlar o seu coração
Deixa eu ser seu espião
Alguém tem que controlar o seu coração
Deixa eu ser seu espião
Alguém tem que controlar o seu coração (♪)
Tenho dito ;]
Ao observar seu amado dormindo tranquilamente ao seu lado, sorrindo em seu sono, você pensa em entrar em seu pensamento, saber com o que ele sonha, o que ele vive na realidade do seu subconciente?
É sobre isso que fala a música "Seu espião" do Kid abelha, escrita pelo Herbert Vianna e a Paula Toller.
Quantas vezes você já não quis que seu sonho mais louco invadisse sua realidade e torna-se o que você é?
Nosso maior desejo é fazer parte dos sonhos loucos e das histórias repletas de fantasia de quem mais desejamos.
É mais forte do que nós desejar fazer parte do inconsciente de alguém, do que é parte de quem é sem ao menos se saber, está debaixo da pele, penetrado no ser, seremos isso de alguém?
Nós, pobres mortais vivemos os amores cantados por tantos?
Se não, resta-nos cantar junto.
(♪) Ver você dormir
Me corta o coração
Se o seu sorriso
É sonho ou traição
O que você sonhou
Eu nunca vou saber
Me dá uma pista
Que eu possa percorrer
Não que eu seja ciumento
É apenas precaução
Quando você acordar
E não puder lembrar
O que sentiu
Será que não mentiu pra mim
Quantos beijos de amor
Você pode sonhar
Em mil histórias
Onde eu não posso entrar
Deixa eu ler seu pensamento
Deixa eu ser seu espião
Deixa eu ser seu espião
Alguém tem que controlar o seu coração
Deixa eu ser seu espião
Alguém tem que controlar o seu coração
Deixa eu ser seu espião
Alguém tem que controlar o seu coração
Deixa eu ser seu espião
Alguém tem que controlar o seu coração (♪)
Tenho dito ;]
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Grand' Hotel
Eu sei que quem ler este meu post irá pensar "mas que menina louca", fazer o que? Eu tenho uma doença séria chamada shipermaniosis. HAHAHAHAHAH
ou seja, sou viciada em romances alheios, ciúmes na terceira pessoa.
Louca? Talvez, mas o fato é que torcer por um casal ficar junto é TUDO DE BOM quando se é solitária como eu.
E eu tenho um shipper, dentre os muitos, que desse sempre tive uma vergonha de falar, sempre foi muito "Meu" entende? É um casal que prefiro não comentar normalmente, só sabe uma pessoa... Minha mana mais velha que sabe de tudo, a paula.
Falando em paula, é esse também o nome da "mocinha" desse casal...
Ok eu conto.
Paula Toller e Hebert Vianna.
OMG que vergonha, mas enfim, eu acho que o que os dois tiveram deve ter sido super-douper-awsome.
Vou postar uma parte de uma letra que eles escreveram juntos.
"Você me tem fácil demais
Mas não parece capaz
De cuidar do que possui
Você sorriu e me propôs
Que eu te deixasse em paz
Me disse vai, eu não fui..." Nada por Mim.
assim, as músicas desse comecinho de Kid Abelha, quando eles estavam juntos, eram mais poéticas, entendem?
E agora, geralmente, falam sobre amores passados, como uma que eu amo, e que sempre pensei "Paula escreveu pensando nele" HAHAHAHAHAHHA
que vergonha dizer isso assim.
Então reparem:
"...Se a gente não fizesse tudo tão depressa
Se a gente não dissesse tudo tão depressa
Se não tivesse exagerado a dose
Podia ter vivido um grande amor
Um dia um caminhão atropelou a paixão
Sem teus carinhos e tua atenção
O nosso amor se transformou em 'bom dia'..." Grand' Hotel
não sei explicar é só maior que eu.
Vivo torcendo por casais absurdos, e esse é o que eu quis revelar no momento por ter achado um deles cantando "Sábado à noite" que o George deu uma afastadinha meio "OOOPPS." HAHAHAHA e eu tive um ataque histérico.
Que comecem os bombardeios :D
ou seja, sou viciada em romances alheios, ciúmes na terceira pessoa.
Louca? Talvez, mas o fato é que torcer por um casal ficar junto é TUDO DE BOM quando se é solitária como eu.
E eu tenho um shipper, dentre os muitos, que desse sempre tive uma vergonha de falar, sempre foi muito "Meu" entende? É um casal que prefiro não comentar normalmente, só sabe uma pessoa... Minha mana mais velha que sabe de tudo, a paula.
Falando em paula, é esse também o nome da "mocinha" desse casal...
Ok eu conto.
Paula Toller e Hebert Vianna.
OMG que vergonha, mas enfim, eu acho que o que os dois tiveram deve ter sido super-douper-awsome.
Vou postar uma parte de uma letra que eles escreveram juntos.
"Você me tem fácil demais
Mas não parece capaz
De cuidar do que possui
Você sorriu e me propôs
Que eu te deixasse em paz
Me disse vai, eu não fui..." Nada por Mim.
assim, as músicas desse comecinho de Kid Abelha, quando eles estavam juntos, eram mais poéticas, entendem?
E agora, geralmente, falam sobre amores passados, como uma que eu amo, e que sempre pensei "Paula escreveu pensando nele" HAHAHAHAHAHHA
que vergonha dizer isso assim.
Então reparem:
"...Se a gente não fizesse tudo tão depressa
Se a gente não dissesse tudo tão depressa
Se não tivesse exagerado a dose
Podia ter vivido um grande amor
Um dia um caminhão atropelou a paixão
Sem teus carinhos e tua atenção
O nosso amor se transformou em 'bom dia'..." Grand' Hotel
não sei explicar é só maior que eu.
Vivo torcendo por casais absurdos, e esse é o que eu quis revelar no momento por ter achado um deles cantando "Sábado à noite" que o George deu uma afastadinha meio "OOOPPS." HAHAHAHA e eu tive um ataque histérico.
Que comecem os bombardeios :D
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Amores Fajutos
"Não se ama pelo Fato
De se ter conhecido, mas pela forma
Com que se originaram
Os impulsos do coração."
Querelas
Roraima Alves da Costa
Andei à tua procura.
O que encontrei foi a tristeza.
Fiquei à tua espera,
mas quem chegou foi a mágoa.
Nas madrugas, procurei teu calor.
Minha alma sentiu um imenso frio.
O que será dos homens
que destroem o espaço,
tiram os encantos das estrelas,
desvendam o sol
e dizem que a lua
é mais um satélite artificial?
Esses trechos são do livro, de Roraima Alves da Costa, "Concreto, Aço & Sonhos".
Na maior parte de nossas vidas corremos atrás de amores vãos, sim, vãos.
Amamos quem não nos ama ou amamos por um curto espaço de tempo, e num futuro chega alguém e nos diz: Lembra quando você era apaixonada pelo fulano?
Mas, quem é esse fulano mesmo?
Enfim, entregamos nossos frágeis corações à emoções pequenas, e essa falha, é problema na produção, só reclamando com o chefe.
Nossos dias resumem-se à amores, podemos dividir a vida assim, não por anos, estações... mas amores, como diria uma música do famoso musical da Broadway "Rent".
Eu já amei, verdadeiramente, 3 homens na minha vida.
E um deles hoje em dia é meu melhor amigo, vim a descobrir que quando eu "esqueci" dele, ele passou à me amar.
E o ciclo assim continua.
Nos apaixonamos, sofremos, choramos, entramos no ciclo da aceitação que vem junto no pacote, nos decepcionamos, esquecemos, rimos de quem amávamos e então nos apaixonamos novamente.
E isso não tem fim.
"O Amor representa a Vida.
Não amar é, a antítese
Do viver." - Concreto, Aço & Sonhos, pág 58.
De se ter conhecido, mas pela forma
Com que se originaram
Os impulsos do coração."
Querelas
Roraima Alves da Costa
Andei à tua procura.
O que encontrei foi a tristeza.
Fiquei à tua espera,
mas quem chegou foi a mágoa.
Nas madrugas, procurei teu calor.
Minha alma sentiu um imenso frio.
O que será dos homens
que destroem o espaço,
tiram os encantos das estrelas,
desvendam o sol
e dizem que a lua
é mais um satélite artificial?
Esses trechos são do livro, de Roraima Alves da Costa, "Concreto, Aço & Sonhos".
Na maior parte de nossas vidas corremos atrás de amores vãos, sim, vãos.
Amamos quem não nos ama ou amamos por um curto espaço de tempo, e num futuro chega alguém e nos diz: Lembra quando você era apaixonada pelo fulano?
Mas, quem é esse fulano mesmo?
Enfim, entregamos nossos frágeis corações à emoções pequenas, e essa falha, é problema na produção, só reclamando com o chefe.
Nossos dias resumem-se à amores, podemos dividir a vida assim, não por anos, estações... mas amores, como diria uma música do famoso musical da Broadway "Rent".
Eu já amei, verdadeiramente, 3 homens na minha vida.
E um deles hoje em dia é meu melhor amigo, vim a descobrir que quando eu "esqueci" dele, ele passou à me amar.
E o ciclo assim continua.
Nos apaixonamos, sofremos, choramos, entramos no ciclo da aceitação que vem junto no pacote, nos decepcionamos, esquecemos, rimos de quem amávamos e então nos apaixonamos novamente.
E isso não tem fim.
"O Amor representa a Vida.
Não amar é, a antítese
Do viver." - Concreto, Aço & Sonhos, pág 58.
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